Morar em condomínio é viver em comunidade, e isso significa dividir responsabilidades e buscar, juntos, o bem-estar coletivo. Nesse contexto, o papel do síndico é fundamental.
Segurança, manutenção, limpeza, gestão de funcionários, controle financeiro... Tudo isso faz parte da rotina do síndico, que atua como responsável por garantir o bom funcionamento do condomínio.
Mas, afinal, o que o síndico pode ou não pode fazer?
O síndico não age por conta própria. Ele representa os interesses da coletividade e deve seguir diretrizes legais, como o Código Civil, as normas estaduais e municipais, além da Convenção do Condomínio e do Regimento Interno.
Esses documentos definem, entre outras regras:
• O uso das unidades e áreas comuns
• Os critérios para o rateio de despesas
• Penalidades para inadimplência e outras infrações
• Limites para autorizar gastos, especialmente os extraordinários que, muitas vezes, exigem aprovação do conselho fiscal ou da assembleia.
Quando essas normas estão bem estruturadas e são respeitadas, o condomínio funciona com mais transparência, equilíbrio e segurança jurídica para todos.
Importante lembrar: o síndico não manda, ele administra. Sua autoridade deve sempre estar alinhada ao que foi decidido coletivamente.